sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

POEMA DE PRIMEIRO DE JANEIRO


O contrair do músculo
é uma vida pequena
que nasce e se multiplica
em batidas serenas...

como o ano que termina
para outro todo ano
desde quando inventaram
esse vento chamado tempo.

E o relógio na parede
é de inutilidade
perdendo a contagem das voltas
somos gente sem idade…

gente que brinda a passagem
do sem ano para outro
dos ânimos que dobramos
claramente dessa vez
agora que não sabemos
para que lado no vento sopramos.

FOdA.

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