POEMA DE PRIMEIRO DE JANEIRO
O contrair do músculoé uma vida pequenaque nasce e se multiplicaem batidas serenas...como o ano que terminapara outro todo anodesde quando inventaramesse vento chamado tempo.E o relógio na paredeé de inutilidadeperdendo a contagem das voltassomos gente sem idade…gente que brinda a passagemdo sem ano para outrodos ânimos que dobramosclaramente dessa vezagora que não sabemospara que lado no vento sopramos.FOdA.
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