TORPEDOS DE POESIA
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
ALVA DO MEU QUERER
Abres, meu bem.
Colocas o peito ao sol.
Queimas,
o leito da pele nua.
Pulmão arqueado,
o suave
momento da sobra tua.
Orbitas,
alva do meu querer.
Tu és a lua.
FOdA.
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